quarta-feira, 24 de julho de 2013

Matam-se Mais Brasileiros em 5 Anos Que Americanos em Todas as Guerras.

Quem não se lembra do filme “Apocalypse Now”, um clássico dirigido por Francis Ford Coppola retratando os horrores da Guerra do Vietnã? Eram cenas chocantes mostrando helicópteros sendo derrubados a tiros de metralhadora e pessoas morrendo como moscas.
Naquela guerra o exército norte-americano lutou ferozmente durante dez longos anos, perdendo 58.198 soldados. Enquanto isso, só no ano de 2003, o pacífico Brasil, que não estava em guerra, perdeu 51.043 filhos assassinados pelas suas ruas.
Há também a Segunda Guerra Mundial, reputada o maior conflito da história. O exército norte-americano lutou praticamente no mundo inteiro – desde os campos da Europa até o Oceano Pacífico. Enfrentou desde os tanques de guerra nazistas até os kamikazes japoneses. Nesta guerra, que durou uns cinco anos, os Estados Unidos perderam 291.557 soldados em combate. Enquanto isso, entre 2002 e 2006, 243.232 brasileiros morreram assassinados em nossas cidades, que vivem em paz.
E que dizermos da Primeira Guerra Mundial? Em uns quatro anos de conflito encarniçado pelas trincheiras da Europa, 53.402 soldados norte-americanos foram mortos em combate. Enquanto isso, só no ano de 2005, a população brasileira assistiu 47.578 homicídios, algo espantoso para um país que vive em paz!
Diante destes dados resolvi fazer umas contas. Verifiquei quantos soldados norte-americanos morreram em combate na Guerra do México, Guerra Hispano-Americana, I Guerra Mundial, II Guerra Mundial, Guerra da Coréia, Guerra do Vietnã, Guerra do Golfo, Guerra do Iraque e Guerra do Afeganistão. Cheguei a 666.056 baixas ao término de uns 34 anos de batalhas terríveis. Enquanto isso, em apenas 16 anos (1990 a 2006), 697.668 civis brasileiros morreram a tiros, facadas ou pauladas pelas ruas deste tranquilo país.
Já horrorizado diante destes números, fiz mais alguns cálculos e constatei algo assustador: o Exército dos Estados Unidos em guerra perde uma média de 53,67 soldados por dia. Já o Brasil, usufruindo de uma paz absoluta, perde 119,46 habitantes assassinados por dia – mais do que o dobro! Talvez devêssemos nos alistar nas Forças Armadas dos EUA – lá deve ser mais seguro e menos violento!
Voltei às planilhas. Constatei que nos cerca de cinco anos da Segunda Guerra Mundial, a pior de todos os tempos, o número de soldados mortos em combate dos exércitos da Bélgica, Bulgária, Canadá, Tchecoslováquia, Dinamarca, Grécia, Holanda, Noruega, Austrália, Índia, Nova Zelândia e África do Sul somados foi de 166.914. Nós não precisamos de cinco anos de guerra para tanto – só entre 2000 e 2003 enterramos, absolutamente em paz, 193.925 compatriotas!
Durante aqueles cinco anos de guerra a França, invadida pelos nazistas, perdeu 201.568 soldados. A Itália, sob Mussolini, 149.496. E o Brasil, durante cinco anos de paz e sossego (2001 a 2005), viu serem brutalmente assassinados 244.471 civis.
Fico a lembrar da imagem de um helicóptero da Polícia abatido a tiros em pleno Rio de Janeiro. Dentro daquela frase de Victor Hugo, segundo quem “as ilusões sustentam a alma como as asas a um pássaro”, ficamos a defender o orgulho nacional dizendo ter sido aquele um episódio isolado. Sustentamos, com o peito inflado por um falso patriotismo, que normalmente este imenso país vive em paz. Em paz? Só se for aquela famosa “paz dos cemitérios”.
Pedro Valls Feu Rosa é desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo
 
Fonte:http://diariodopoder.com.br/artigos/morreram-mais-brasileiros-em-5-anos-que-americanos-em-todas-as-guerras/

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Entre o“menos ruim” e o voto nulo


 
Não há no horizonte alguém que atenda os anseios populares, pela intransponível barreira que separa políticos de administradores competentes.

O perfil ideal e desejado para assumir um cargo em qualquer nível do executivo brasileiro seria o de um empresário de sucesso, treinado na vida prática a gerir pessoas e recursos, com capacidade de se cercar de pessoas de conhecimento técnico elevado.

Ocorre que, como água e óleo, perfil empresarial e perfil político não se misturam, mais ainda em nosso país. O empresário honesto não tem tempo nem vontade de associar seu nome à suja política nacional.

Por tais razões, o político profissional, via de regra, é o sujeito que nada administrou na vida, nem mesmo sua família, acostumado a viver de cargos e maracutaias, vai subindo degraus na política, e seu patrimônio invariavelmente cresce mais de que seus ganhos oficiais.

Desta forma, resta ao cidadão escolher entre o menos ruim, ou anular o voto.

Mas o pior ainda pode vir. O povo vê em qualquer um que faça uma coisa certa para enxergar o salvador da pátria. Collor foi fabricado assim. Já o caso Joaquim Barbosa é simbólico. Ele fez apenas o que deveria ter feito, ou seja, cumpriu sua obrigação legal, o que bastou para ser visto como herói, o que por si só não o qualifica para ser o mandatário do país.

Triste sina a nossa, onde atos de honestidade rendem manchetes e surpreendem, quando deveria ser o contrário.
 A primeira vez que ouvi Dilma abrir a boca notei que ela é um poste. E que estava ali apenas para receber os comendo do mestre, a meu ver, ainda presidente de fato do Brasil.

Uma coisa é certa: seja quem for o candidato, a próxima presidência ainda é do PT. Eles têm dinheiro e malvadeza suficiente para se reeleger. Bastará criar uma bolsa qualquer coisa para aumentar a legião da assistidos, mantida pela criação artificial de dinheiro.

Agora o governo diz que vai economizar, mas é impossível. O Estado inchou tanto que não dá para fazer nada. Como desinchar? Como mandar funcionário público embora?

Com o atual enorme controle sobre a iniciativa privada, o país está cada vez mais engessado. O brasileiro típico não entende nada, mas vota em quem mantém o que ele acha que vem de graça do governo.

Não tem jeito. O brasileiro gosta de estado gigante, mesmo que ineficiente.
 FONTE:
Textos escritos em (16 de Julho) por anônimos, em nossa área de comentários, que merecem destaque.Por Anônimos
Posted: 17 Jul 2013 05:26 AM PDT

Artigono Alerta Total – www.alertatotal.net

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Julho de 2013.
 

Democracia o Que é Isso?


Democracia! O que é isso?
             Uma verdadeira democracia é solidificada através do voto, não o voto pelo voto simplesmente, mas sim, pelo voto livre, consciente, sobretudo convicto do seu objetivo e completamente desprovido de qualquer sentimento de barganha. O fruto de uma verdadeira democracia é o árduo visível e cristalino empenho coletivo da classe política (digo, sem paixões partidárias) visando não abrir mão da continuidade da alternância no poder. Engana-se quem vive, pensa, ou apregoa existir democracia nesse país. O que a nação brasileira tem vivido extraordinariamente nos últimos dez anos, é exatamente o inverso de democracia. O que existe de fato é um projeto em curso e em avançado estado de execução para a perpetuação no poder dos atuais algozes da nação.
             Seria esse um modelo de democracia, chinês, cubano ou norte coreano! A ser implantado no Brasil?
             O pior cego não é quem perdeu a visão, e sim  quem insiste em não querer enxergar.
             Arrefeceu-se as manifestações populares, políticos e governo retomaram o procedimento habitual de sempre, enganação, tapeação, corrupção, mensalão, infração, propaganda enganosa, etc. e tal, tudo como antes no Brasil de Abrantes, saúde, educação e segurança de péssima para pior qualidade e o povo continuamente sendo sugado com a carga tributária desumana.
   Onde tudo isso vai chegar! Alguém se arrisca?
             Por não ter tentado melhorar meu país, disso minha consciência já mais me acusará. Minha resposta pessoal será nas urnas em 2014. Faxina ética e radical na política brasileira. Tenho Dito.
 
Cidadão Brasileiro. Julho 2013.

DEMOCRACIA [Do gr. demokratía.] Substantivo feminino.
1.Governo do povo; soberania popular; democratismo. [Cf. vulgocracia.]
2.Doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania popular e da distribuição eqüitativa do poder, ou seja, regime de governo que se caracteriza, em essência, pela liberdade do ato eleitoral, pela divisão dos poderes e pelo controle da autoridade, i. e., dos poderes de decisão e de execução; democratismo.
DITADURA [Do lat. dictatura.] Substantivo feminino.
1.Forma de governo em que todos os poderes se enfeixam nas mãos dum indivíduo, dum grupo, duma assembleia, dum partido, ou duma classe. [Cf. democracia (2).]
2.Qualquer regime de governo que cerceia ou suprime as liberdades individuais.
3.Fig. Excesso de autoridade; despotismo, tirania.
4. Ausência da alternância no poder
5. Injustiça


terça-feira, 25 de junho de 2013

Grupos convocam atos anticorrupção e defendem militares.


Resenha 25/Jun/13
Grupos convocam atos anticorrupção e defendem militares
25 Jun 2013

Amanhã, haverá mais 2 protestos em São Paulo; para a organizadora Carla Zambelli, não há mais direita e esquerda

Nataly Costa

Em diversos eventos pulverizados pelo Facebook, grupos que não se intitulam nem de direita nem de esquerda" convocam atos anticorrupção em várias cidades brasileiras. Alguns defendem a volta das Forças Armadas ao comando do País e todos clamam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), além de serem contra "qualquer bandeira" fora a brasileira em protestos.
Embora partam de comunidades distintas nas redes sociais, as lideranças formam grupos afins, que divulgam os eventos uns dos outros. A página do Facebook nas ruas, moderada pela ativista Carla Zambelli, funciona como âncora para espalhar atos de várias organizações.
Em São Paulo, por exemplo, para o mesmo horário e local (17 horas de amanhã, em frente ao Masp) estão marcados os atos Por Um Brasil Melhor e Menos Corrupto e Reconstruindo o Brasil - este último organizado pela Organização de Combate à Corrupção (OGC), que defende a volta do militarismo.
"Roubamos a pauta porque o Movimento Passe Livre tem um tema muito restrito, que não nos representa. Eles insistem em dizer que o tema é reforma agrária e mobilidade, mas o povo brasileiro provou que a luta é contra corrupção. No protesto de quinta, ninguém tinha cartaz de reforma agrária", diz Carla. "Só "petralha" para dizer que o movimento anticorrupção é "vago". Se não for pelo amor é pela dor, a gente quer parar o Brasil mesmo."
Carla defende que "não existe direita e esquerda mais, mas o que é bom e o que é ruim". Diz não defender a ditadura militar, mas faz ressalvas. "Talvez eles (grupos que defendem o militarismo) estejam certos em dizer que Forças Armadas tenham de tomar conta. A gente quer que os fichas-sujas saiam do Senado e do Congresso. Mas como tirá-los? Não há demissão. Então a Comissão de Ética tem de entrar, ou as Forças Armadas tirá-los dali", diz.
"Mas eu acho que não precisa ser as Forças Armadas, pode ser o próprio povo."
Para o fundador do Revolta dos Online - que também convoca as manifestações anticorrupção Marcello Reis, "não é o momento" de falar se o grupo é contra ou a favor do militarismo. "Não achamos que agora há necessidade de falar isso. Não é que nós somos contra ou a favor (da intervenção armada). Se for necessário, sim."
Reis acredita que uma alternativa ao regime militar é a redução dos partidos a cinco - dois de direita, dois de esquerda e um de centro. "Temos mais de 40 partidos, mas não temos 40 ideologias. Uma solução imediata, se houvesse o impeachment da Dilma, seria deixar o Joaquim Barbosa por seis meses como presidente até que fossem convocadas novas eleições, das quais só participariam partidos fichas-limpas."
Sem bandeiras. Carla, que também mantém o Movimento Pátria Minha, é a favor de que se queimem "todas as bandeiras que aparecerem em manifestação". "Se aparecer com a bandeira do PSDB vamos queimar do mesmo jeito. Mas peraí, PT, você é um dos principais culpados da manifestação! Que vá com a camiseta do Brasil."
Fonte:
http://www.exercito.gov.br/web/imprensa/resenha

 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

O papa e a semântica


O papa e a semântica
23/02/2013-03h00

 Há temas que, por sua magnitude e transversalidade, perpassam diversos outros, que aparentemente lhe são estranhos. É o caso da renúncia do papa Bento 16.
À parte as numerosas teorias da conspiração que a mídia mundial quis lhe atribuir, indiferente às explicações que ele próprio deu, constata-se que o entendimento do tema está contaminado por um despropósito: o conflito ideológico direita x esquerda, modernidade x ortodoxia. É intolerável que assim o seja --mas é.
Tal reducionismo, que chegou ao interior da Santa Sé, há muito inferniza a vida política e econômica dos países e se faz fortemente presente na América do Sul e, em especial, no Brasil.
Se já é uma distorção em relação aos países, impensável é que se tente estendê-la à religião.
Não existe religião progressista. Esse termo, altamente questionável na sua essência, não se aplica a uma instituição que tem por missão exatamente conservar um legado que se pretende eterno.
É, pois, uma contradição em termos classificar um religioso de moderno ou reacionário. São categorias estranhas ao tema.
No Ocidente cristão, ninguém é obrigado a ter uma religião. Se a tem, deve aceitar seus pressupostos; se não a tem, não faz sentido pretender moldá-los, menos ainda a partir de paradigmas que lhe são inteiramente alheios.
A terminologia direita-esquerda surgiu na Revolução Francesa, no fim do século 18, quando a Assembleia Nacional ganhou assento na Sala do Trono. O representante da aristocracia sentava-se à direita do rei; o da Assembleia, à esquerda.
Marx valeu-se desse simbolismo para atribuir à esquerda as questões de interesse popular e à direita os da elite dominante.
Quem dera fosse tão simples. Discutir temas como economia, ambiente e até valores morais a partir desses pressupostos conspira contra o bom-senso e a eficiência.
Por que, por exemplo, a economia de mercado seria de interesse apenas da elite se é ela, comprovadamente, a que gera riquezas e, por extensão, empregos a todos os segmentos sociais?
Não há um só país que, ao adotar o socialismo, tenha erradicado a pobreza ou melhorado a vida do povo.
Países que embarcaram nesse equívoco --e a Rússia é o exemplo mais evidente-- saíram ainda mais pobres. Não obstante, a esquerda fez de temas como justiça social, direitos humanos e até defesa do ambiente sua reserva de mercado.
A história registra algo em torno de 100 mil cubanos mortos na sequência da Revolução Socialista, num país que, à época, tinha aproximadamente 8 milhões de habitantes. Foram cerca de 17 mil fuzilamentos e mais 80 mil assassinados em tentativas de fuga.
A ditadura chilena de Augusto Pinochet contabiliza cerca de 40 mil opositores tombados --menos da metade dos cubanos-- e as estatísticas oficiais falam em cerca de 3.200 mortos e desaparecidos. No entanto, Pinochet é um monstro (e não discordo disso), enquanto Fidel Castro é, na visão de alguns, um herói. O que os diferencia? Um é de "direita" e o outro de "esquerda". Os dois são detestáveis.
Na questão do ambiente, a contradição é ainda mais berrante. Conspira-se contra o produtor rural, em meio a uma demanda mundial por aumento na produção de alimentos.
A ONU (Organização das Nações Unidas) avisa que, se a produção não aumentar 20% nos próximos dez anos, haverá escassez. E o Brasil é peça-chave nesse processo.
Mas a esquerda --sobretudo a ambientalista-- insiste em demonizar o produtor rural. Arvora-se como única e legítima defensora dos direitos do povo, mas defende inocentemente a fome... do povo.
Esquerda e direita são, na verdade, um outro nome para extremismo e radicalismo irracionais, que já causaram muito desastre e muita dor à humanidade. Devem ser motivo de horror, e não de orgulho para quem quer que seja.
Como supor, no cristianismo, um sacerdote ou um pastor esquerdista se no Apocalipse de são João está dito que os justos sentarão à direita do Pai e os condenados à esquerda? Por aí se vê o despropósito dessa terminologia, sobretudo no âmbito religioso.

Kátia Abreu é senadora (PSD-TO) e a principal líder da bancada ruralista no Congresso. Formada em psicologia, preside a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Escreve aos sábados no caderno 'Mercado'.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/katiaabreu/1235598-o-papa-e-a-semantica.shtml

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

CAPITÃO ROBERTO ALVES PASSA PARA A RESERVA
 
O Exército Brasileiro perde, entre o pessoal da ativa, um grande militar, de caráter reto e coração generoso, disposto a servir. Creio que o Capitão ROBERTO ALVES em todas as OM que serviu, procurou dar o melhor de si, ajudando os colegas, pesquisando informações sobre direitos na vasta legislação do EB, a qual nem todos tem acesso ou sabe acessar. Foram diversas OM, a saber: 37º BIMtz - 17º B Fron - EsIE/Es MB - 11ª Bia AAAé - 16º B log - 9º GAC - 1º RCGd - Pq R Mnt/2 - DMM - 10º RCMec - 35º BI - 58º BIMtz - Cia Cmdo da 7ª Bda Inf Mtz.

O Capitão ROBERTO ALVES, após 37 anos de bons serviços prestados à pátria, passa para a Reserva, algo tão sonhado por todos nós militares. Militar de fina educação civil e militar, sempre interessado em ajudar ao próximo com seus conhecimentos sobre legislação, principalmente relacionada aos direitos dos militares e seus dependentes. Eu, Sargento Maroel, tive o prazer de servir com ele aqui no 35º BI (Feira de Santana-BA), quando o mesmo ainda era Subtenente. Com seus e-mails diários que chegavam, muito me ajudaram, pois sempre vinham informações valiosas para toda a familia militar, apesar de que às vezes era mal compreendido pelos próprios colegas. Capitão Roberto Alves, tenha a certeza de que somos gratos a Deus pela sua vida e pelo seu incansável trabalho em prol do Exército Brasileiro, em prol dos seus companheiros e dependentes. Seja feliz nessa nova etapa de vida, junto aos seus familiares. Um forte abraço da família do 35º Batalhão de Infantaria, Batalhão Luiz Barbalho Bezerra, e em particular, dos militares do Quadro Especial.

Que Deus o ilumine cada vez mais e que a graça do Senhor Jesus o acompanhe, bem como aos seus familiares.

Pastor Maroel - Igreja Batista da Família em Feira de Santana-BA.